Priscila Costa destaca projeto que cria programa “Preço Consciente”

Vereadora é vice-líder do PRTB na Câmara Municipal. Foto: Genilson Lima.

Utilizando o tempo do Grande Expediente, na sessão ordinária desta terça-feira, 6, a vereadora Priscila Costa (PRTB) destacou a importância da conscientização do cidadão acerca do pagamento de impostos. Dentro dessa temática, Priscila apresentou o projeto de lei 187/2017, de sua autoria, que cria o programa “Preço Consciente” e determina que os estabelecimentos comerciais de Fortaleza disponibilizem nas etiquetas dos produtos, o valor dos tributos embutidos.

De acordo com a vereadora, o Brasil é o 8° país que mais paga impostos. “Com esse valor de tributos, o esperado era que o povo brasileiro tivesse um alto índice de desenvolvimento humano, mas a realidade é que a nossa população não recebe quase nada de retorno.”, criticou. A parlamentar ainda citou os dados do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), que ao converter o valor dos impostos em dias trabalhados, apontam que o brasileiro hoje trabalha cerca de 5 meses e 26 dias somente para pagar os impostos.

“Há 40 anos, o cidadão trabalhava 2 meses e 16 dias, hoje o valor corresponde a 153 dias somente para dar dinheiro ao governo público. E o mais grave é que não vemos um retorno para a população. Se pegarmos o valor do dinheiro da corrupção, significa 29 dias do trabalhador brasileiro, ou seja, quase um mês de trabalho foi para pagar o dinheiro do roubo. Então só vamos mudar a história se formamos cidadãos conscientes.”, frisou.

Priscila destacou a importância de conscientizar a população sobre a cobrança de impostos. “É você que levanta cedo para pagar aquilo que o governo te dá. Portanto temos que conhecer a quantidade de impostos que pagamos. E isso só é possível através da educação, por isso peço o apoio dos pares para aprovarmos o projeto “Preço Consciente”, que é um primeiro passo para a formação de cidadãos conscientes.”, ressaltou.

O projeto cria o programa de esclarecimento referente a preços praticados nos estabelecimentos comerciais, denominado “Preço Consciente”. Dessa forma, os estabelecimentos deverão disponibilizar em suas etiquetas duas modalidades de preços, a primeira com o valor dos tributos embutidos, independente da origem, pagos pelos comerciantes e o segundo com o valor sem o tributo. “O objetivo é oferecer a oportunidade ímpar do cidadão comum de conhecer e debater a arrecadação de impostos, a fim de gerar senso crítico propositivo.”, finalizou.

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