Legislativo acolhe massoterapeutas da Praia do Futuro

Comissão de vereadores acolhe massoterapeutas que trabalham na Praia do Futuro – Foto: Érika Fonseca

Uma comissão de vereadores recebeu na manhã desta quarta-feira, 6 de setembro, massoterapeutas que trabalham na Praia do Futuro para ouvir suas demandas. A principal demanda da classe foi a preocupação com uma notificação da PMF de que não poderiam mais exercer sua profissão no local. No fim da reunião, ficou encaminhado que ainda hoje haverá uma reunião com o Secretário de Turismo do Município e também com o Presidente do Fórum de Turismo para averiguar o que de fato aconteceu para assim encontrar uma solução viável para todos.

De acordo com a massoterapeuta Ana Paula Marques Souza, quem entregou a notificação foram agentes da Agefis junto com a PMF, que deram o prazo de 10 dias para encerrar as atividades no local que trabalham. Ela afirmou que a classe não quer abandonar o trabalho que exercem há mais de 10 anos e que estão dispostos a entrar no padrão que a Prefeitura exigir.

“Não nos deram prazo, querem simplesmente que a gente desocupe o espaço. Tem gente que tá lá há 15 anos, então como trabalhador merecemos respeito. Nós merecemos que deem um projeto de revitalização, um projeto com macas móveis, precisamos trabalhar. Não é chegar e derrubar. Queremos e cobramos atitudes porque pagamos nossos impostos. Ninguém quer abandonar o trabalho, queremos revitalização, queremos estrutura e queremos nos padronizar e legalizar. Estamos dispostos a entrar no padrão deles e não ser retirados como eles querem fazer”, afirmou.

Representando o Executivo, o vereador Michel Lins (PPS) afirmou que ainda não se sabe qual foi a denúncia que ocasionou a remoção dos massoterapeutas da Praia do Futuro, mas que a situação está sendo apurada. No fim da reunião, ficou acertado de que o parlamentar se reunirá com o Secretário de Turismo e o Presidente do Fórum de Turismo para averiguar o que de fato está acontecendo e trabalhar numa solução que funcione para todos.

“É importante avaliar essa questão porque são cerca de 500 pessoas que sustentam suas famílias com esse emprego. Deixar essas pessoas sem trabalho complica. É preciso haver preocupação e se estão em situação irregular é importante regularizar, mas não deixar que fiquem sem trabalhar. Eles receberam uma notificação para sair em 10 dias do local, mas é um prazo curto e vamos buscar que o prazo seja estendido, é preciso achar uma solução viável para os dois lados”, ressaltou.

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Felipe Macedo
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