“Em vez de ser uma reforma que o Brasil clama, está sendo uma reforma verdadeiramente macabra”, afirma Idalmir Feitosa

Idalmir Feitosa integra a bancada do PR no parlamento municipal. – Foto: Érika Fonseca

O vereador Idalmir Feitosa (PR) utilizou seu tempo no pequeno expediente desta quinta-feira, 10, para lamentar o tipo de reforma política que está sendo discutida no Congresso Nacional. De acordo com o parlamentar, a reforma política discutida no Congresso não corresponde aos anseios da população brasileira.

Idalmir afirmou que há mais de 20 anos a população está esperando por uma reforma política, mas que o Congresso Nacional estaria discutindo de errônea ao querer mudar o sistema de votação no legislativo, acabando com o quociente eleitoral e adotando para o sistema majoritário, elegendo assim apenas os deputados e vereadores mais votados.

“Além disso, o Congresso achou bom criar um fundo de recursos para despesas da ordem de R$ 3 bilhões, mas esse montante é tirado de recursos orçamentários que não irão permitir o desenvolvimento da saúde, educação e habitação. Isso não é uma reforma, é arranjo de ordem financeira para subsidiar e entregar aos partidos os recursos para reeleger aqueles que se encontram no poder”, afirmou.

O parlamentar acredita que a reforma política seria discutir sobre a obrigação ou não do voto, mas disse que o Congresso parece não se preocupar com isso, querendo adotar o sistema de votação majoritária, também conhecido como “distritão”. “No distritão não se obedece a proporcionalidade do coeficiente eleitoral, acaba as coligações. No meu modo de ver, seria melhor um misto, o mais votado e os mais apontados pelos partidos. Em vez de ter uma reforma que o Brasil clama, está sendo uma reforma verdadeiramente macabra”, lamentou.

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Felipe Macedo
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